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CDPC aprova reserva de 20% do Funcafé para cafeicultores atingidos pela geada


Na última sexta-feira (6), o Comitê Técnico do Conselho Deliberativo de Política do Café (CDPC) aprovou a proposta de remanejamento de 20% dos recursos totais do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). O valor deve ser utilizado, exclusivamente, na recuperação de lavouras atingidas pelas geadas.

A mudança proposta ainda precisa ser aprovada pelo CDPC na próxima terça-feira (10) e avaliada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) nas próximas semanas. Desde o dia 20 de julho, após a geada em áreas produtoras, o CNC, a OCB, a CNA têm atuado junto ao Ministério da Agricultura para que políticas públicas sejam implantadas de forma eficiente na recuperação das lavouras afetadas.

As instituições e o MAPA concordam que os impactos climáticos foram fortes, mas que sem um levantamento técnico abrangente é impossível fazer uma distribuição justa dos recursos do Funcafé. Assim, o propósito da retenção de mais de R$ 1 bilhão é para deixar registrado para cooperativas e produtores que existem recursos reservados para esse problema climático. Porém, os valores só serão liberados após o acesso às informações dos impactos gerados pelas geadas e as definições de critérios exigidos aos produtores.

“As entidades como CNC, OCB e CNA, além da Ministra Tereza Cristina e sua equipe, estão atuando de forma ágil e assertiva para que os recursos do Funcafé estejam disponíveis, imediatamente após a apresentação do levantamento oficial das áreas atingidas pelas geadas. Isso está sendo feito pela Fundação Procafé, subsidiado pela OCB. Sem dados concretos e sem critérios claros, o apoio não seria aplicado de forma correta”, explica Silas Brasileiro, presidente do CNC.

O grupo é composto por representantes dos Ministérios da Agricultura, Economia e Relações Exteriores, além do Conselho Nacional do Café (CNC), a Comissão de Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

As informações são do CNC.

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